Skip to content

Os Ganhões de Castro Verde: «Grândola, Vila Morena»

Gravado em Castro Verde, Beja, Alentejo (Baixo Alentejo)
13 de Fevereiro de 2014
Realização: Tiago Pereira
Som: Telma Morna
Produção: Câmara Municipal de Castro Verde

«Os Ganhões eram homens que trabalhavam no campo, na lavoura. Havia duas categorias de Ganhões, os de pensão, que trabalhavam todo o ano numa determinada herdade, e os “rasos” que trabalhavam no que aparecia para fazer: sementeiras, apanha da azeitona, colheitas, etc. Estes moços de lavoura trabalhavam de sol a sol e viviam unicamente do seu trabalho.
Os Ganhões de Castro Verde criados em 1972 editam, entre 1975 e 2003, cinco álbuns e em 2006 uma antologia, «Terra».

Todos os anos o grupo regista um elevado número de actuações, que vão desde os intercâmbios de corais a salas de espectáculos e festivais temáticos, numa atitude constante de afirmação do cante alentejano.»

30 /

4 /

2014

La diferencia fundamental [de la cultura obrera] con la cultura de los intelectuales que tan odiosa me resultaba es el principio de modestia. El militante obrero, el representante obrero, aunque sea culto, es modesto porque, se podría decir, reconoce que existe la muerte, como la reconoce el pueblo. El pueblo sabe que uno muere. El intelectual es una especie de cretino grandilocuente que se empeña en no morirse, es un tipo que no se ha enterado que uno muere, e intenta ser célebre, hacerse un nombre, destacar… esas gilipolleces del intelectual que son el trasunto ideal de su pertenencia a la clase dominante.

Manuel Sacristán Luzón
M.A.R.X, p. 59

+